EXCERTOS DO SUBMUNDO
Parte II - O Caminho dos Becos
- Segundo Tomo -
Arquivo X : o dossiê Weckx
Era uma vez um bebê loirinho... tããão bunitinhu. Seu nome era Felipe, o primogênito do clã Weckx. O pequeno era bastante precoce, desde cedo adorava ler e portava-se muito bem frente aos adultos. A família só ressentia uma coisa: o pequeno Weckx era muito retraído. Vivia distante, isolado do convívio humano, crescendo exclusivamente na companhia de seu computador e seus gatos. O que seus pais não sabiam, é que o garoto cultivava dentro de si o ódio. Ódio de seus professores de religião que o forçavam a
participar de atividades comunitárias, ódio do garoto gordo e forte que o atormentava todos os dias, ódio da menina que tagarelava em seus ouvidos e o provocava sem dar um segundo sequer de paz, ódio dos próprios pais que sempre o perturbavam procurando de alguma forma trazê-lo de volta ao mundo deles, ódio, ódio, ódio.
Até que um dia, forçado pelos pais a conhecer Felipe Gispsy Martins, um amigo da família, compreendeu a razão por trás de seu ódio: a estupidez humana. Essa era a raiz, o ódio gerador de todos os outros. Mas a súbita iluminação não o salvou, fê-lo enojar-se ainda mais do sistema e separar-se definitivamente da escória da sociedade. Munido do conhecimento acumulado durante anos, e armado com um computador com um sistema UNIX-based, ele forjou crimes, fez-se passar por terrorista, chantageou magnatas.
Criou o caos e conseguiu súditos - a máfia digital NeoThundera. Abandonou sua vida. Enriqueceu ilicitamente. Perdeu sua personalidade, a felicidade, e até mesmo seu próprio nome. Em troca, tornou-se conhecido como Professor X.
Parte II - O Caminho dos Becos
- Segundo Tomo -
Arquivo X : o dossiê Weckx
Era uma vez um bebê loirinho... tããão bunitinhu. Seu nome era Felipe, o primogênito do clã Weckx. O pequeno era bastante precoce, desde cedo adorava ler e portava-se muito bem frente aos adultos. A família só ressentia uma coisa: o pequeno Weckx era muito retraído. Vivia distante, isolado do convívio humano, crescendo exclusivamente na companhia de seu computador e seus gatos. O que seus pais não sabiam, é que o garoto cultivava dentro de si o ódio. Ódio de seus professores de religião que o forçavam a
participar de atividades comunitárias, ódio do garoto gordo e forte que o atormentava todos os dias, ódio da menina que tagarelava em seus ouvidos e o provocava sem dar um segundo sequer de paz, ódio dos próprios pais que sempre o perturbavam procurando de alguma forma trazê-lo de volta ao mundo deles, ódio, ódio, ódio.
Até que um dia, forçado pelos pais a conhecer Felipe Gispsy Martins, um amigo da família, compreendeu a razão por trás de seu ódio: a estupidez humana. Essa era a raiz, o ódio gerador de todos os outros. Mas a súbita iluminação não o salvou, fê-lo enojar-se ainda mais do sistema e separar-se definitivamente da escória da sociedade. Munido do conhecimento acumulado durante anos, e armado com um computador com um sistema UNIX-based, ele forjou crimes, fez-se passar por terrorista, chantageou magnatas.
Criou o caos e conseguiu súditos - a máfia digital NeoThundera. Abandonou sua vida. Enriqueceu ilicitamente. Perdeu sua personalidade, a felicidade, e até mesmo seu próprio nome. Em troca, tornou-se conhecido como Professor X.

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